INSTITUTO FUTURISTA

Iconarmadilhemos a verdade para que ninguém lhe toque.

Inteligência Artificial











As formigas constituem cerca de 15% da biomasssa animal na maior parte dos ambientes terrestres. O seu enorme sucesso deve-se a dois factores-chave: a cooperação e desempenho eficiente na divisão do trabalho. Estes factores-chave , que permitem ás formigas desempenho de tarefas complexas nos mais variados ambientes, são profundamente estudados no politécnico suíço EPFL, com benefícios para a construção de sistemas de inteligência artificial, como software-agents e robôs autónomos.

Link EPFL

 
 

Repensar, Re-usar, LOT-EK

LOT-EK é investigação permanente sobre a natureza artificial dos elementos manufacturados e tecnológicos entrelaçados na realidade urbana/suburbana.

LOT-EK extrai desta pré-fabricada natureza artificial dos objectos, sistemas e tecnologias, re-usando estes objectos como matéria-prima

LOT-EK é uma abordagem a estes materiais dispersos, transformados e manipulados com o objectivo de reorienta-los para outras soluções programáticas

LOT-EK é um dialogo entre as funcionalidades especificas destes objectos. Um gerador de novas e inesperadas soluções funcional/espaciais.

LOT-EK é repensar os aspectos em que o nosso corpo interage com os produtos e subprodutos da cultura industrial/tecnológica

LOT-EK reinventa os espaços domestico/trabalho/lazer e suas funções, questionando as convencionais configurações.

LOT-EK é a dissipação das fronteiras entre a arte, arquitectura, lazer e informação


LINK: LOT-EK

Via: DesignBoom

 
 

35.300.000 Blogues
















A Technorati rastreia mais de 35.300.000 Blogues

A Blogosfera duplica em tamanho todos os 6 meses, é agora 60 vezes maior que há 3 anos atrás

Um novo Blog é criado em cada segundo

19.400.000 Bloggers (55%) continuam postando 3 meses após a criação do Blogue

A Technorati rastreia cerca de 1.200.000 novos posts diários, cerca de 50.000 por hora

via Sifry's Alert

 
 

Uma tendência «dura» para o século XXI

Este artigo da responsabilidade de Jorge Nascimento Rodrigues não vincula inteiramente a posição do IF sobre as questões ligadas à produção nuclear de energia, mas sendo Cesare Marchetti um veterano especialista nestas matérias, achamos útil para uma reflexão aberta e profunda, a sua publicação no IF.


«O nuclear é incontornável»

diz Cesare Marchetti, o mais velho futurista europeu do nuclear.

O garrote geopolítico do petróleo e do gás natural trouxe o nuclear de regresso. Os sinais de falhanço da estratégia norte-americana de ocupação da geografia do ouro negro e de incerteza na contenção das regiões euro-asiáticas e magrebinas do gás, ajudou ao fim da diabolização do nuclear entre os fazedores de opinião e nos media.

Mas, Cesare Marchetti, um físico italiano de 79 anos, um dos mais velhos futuristas europeus defensores do nuclear para o desenvolvimento da economia do hidrogénio, diz que o retorno desta energia ao palco era inevitável, não fundamentalmente por causa da turbulência geopolítica, mas por "culpa" do ciclo longo económico e tecnológico, conhecido por "vaga de Kondratieff".

Sexto sentido

«A energia nuclear é incontornável. Ela e o gás natural dominarão o mercado de energias nos próximos 50 anos. Isto que venho dizendo desde os anos 1970, voltei a repeti-lo num relatório para a Comissão Europeia em 1990 [intitulado "Our Society and Nuclear Energy"]. Nessa ocasião afirmei que o regresso do nuclear dar-se-ia quando o estado de espírito das sociedades, moldado pelo ciclo longo de Kondratieff, permitisse a propagação de sinais positivos. O revivalismo do tema não está directamente ligado ao preço do petróleo ou à incerteza política», diz-nos Marchetti, que continua a trabalhar como investigador no International Institute for Applied Systems Analysis, na Áustria, para onde entrou em 1974 como cientista sénior.

O italiano apontou, então, para uma janela de oportunidade a partir de meados dos anos 1990 e à medida que a viragem para um novo ciclo longo se aproximasse. «Eventos dramáticos ocorrerão mais tarde ou mais cedo que farão a trajectória realinhar-se com a predição», previu ele. Esta convicção no ciclo longo permite-lhe «um sexto sentido para perceber o que está para vir», ironiza Marchetti, que hoje passa uma boa parte da sua vida na sua "villa" e nas suas vinhas perto de Florença.

Há já no horizonte sinais claros de mudança de política pública nos Estados Unidos, com o anúncio em 2005 da selecção de dois locais para novas centrais nucleares - o que não acontecia desde 1978 - e da publicação do "Energy Policy Act" que financia um projecto de nova geração de centrais para produção de electricidade e hidrogénio, incluindo a redução de lixo nuclear.

A Administração Bush pediu, também, ao Congresso 250 milhões para o próximo ano fiscal, mas afirma que isso é parte de um orçamento de 13 mil milhões de um programa até 2010, divulgado há quatro anos atrás. O lóbi da indústria nuclear antecipou já a construção de 12 a 15 novas centrais até 2015 nos EUA, segundo o Nuclear Energy Institute. Marchetti refere inclusive «uma operação muito inteligente por parte dos americanos nos últimos anos ao reorganizarem as centrais nucleares em operação - sem construírem sequer uma nova ganharam um extra de 50% das antigas, ou se prefere criaram 50 novas centrais 'virtuais'». «Não vão poder repeti-lo, mas é um excelente movimento para recomeçar», conclui.

Cesare Marchetti tornou todo este complexo assunto mais fácil de entender por leigos, desde que em 1974 apresentou um gráfico sobre a história da substituição das energias primárias dominantes desde 1850, baseado na múltipla concorrência entre energias e na evolução das quotas de mercado. Reformulou-o em 1984 (altura em que divulguei o trabalho na revista do semanário Expresso), para sugerir que o pico da quota do petróleo teria ocorrido e que o gás natural estava a emergir como a próxima energia dominante. Ainda que alguns "ajustes" tenham de ser feitos a essas curvas (ver On the Long-Term History of Energy Markets and the Chances for Natural Gas), tendo em conta as políticas de substituição depois de 1985, «o modelo, depois de algumas oscilações, voltará à sua tendência», sublinha o cientista que se meteu na aventura nuclear logo em 1950 com um primeiro emprego num centro em Milão criado pelos grandes grupos italianos (Montecatini, Edison, Fiat) vocacionado para o tema então emergente.


A ilha do hidrogénio

Em virtude de não ter havido ultimamente nenhuma invenção radical no âmbito da energia - como ocorrera nos anos 1940 com a pilha nuclear de Enrico Fermi, que abriu caminho para os primeiros reactores nos anos 1950 -, Marchetti viu na fissão nuclear a energia de "intervalo" depois de atingido o pico do gás. O peso da energia nuclear na produção mundial de energias primárias era em 2003 (últimos dados da EIA norte-americana) de 6% (quase tanto como a hidroeléctrica). Marchetti apontava, nas suas simulações dos anos 1980, para 10% em 2020.

Os estudos mais recentes, elaborados por uma equipa multidisciplinar do MIT em 2003 [The Future of Nuclear Power], apontavam para um quota do nuclear no mercado mundial de electricidade de 19% em 2050 (no caso dos países desenvolvidos, de 30%), apenas mais uns modestos 3% do que actualmente.

Por isso, segundo Marchetti, o disparo do nuclear não se acantonará na área da produção da electricidade (como hoje é discutido, face a exemplos como a França e a Lituânia com mais de 70%, ou a Bélgica com 58% e a Suécia com 47%): «A solução é usar o nuclear para produzir o hidrogénio, um combustível extremamente flexível e útil. O mercado-alvo para o hidrogénio é o não-eléctrico. Mas, claro, que as escolhas em detalhe serão ditadas pelas oportunidades», diz este pioneiro da economia do "Hway" (caminho do hidrogénio).

Em 1973, no auge do primeiro "choque petrolífero", chegou a sugerir junto de audiências japonesas (entusiasmadas) a ideia de um atol no Pacífico que se transformaria na primeira "ilha do hidrogénio com base no nuclear" por 50 mil milhões de dólares de investimento. Marchetti recorda essa sugestão como «uma imagem telescópica do futuro», e conclui a nossa conversa: «O começo pode ser bem mais modesto».

Mas Marchetti continua a acreditar que, por volta de 2025, poderá ocorrer uma "irrupção" de algo novo (que tem designado por "fusão nuclear ou solar"), que, no entanto, terá um longo caminho a percorrer, como referia no seu artigo de síntese sobre a evolução energética [Society as a Learning System] publicado em 1980, que continua a ser a "bíblia" do que ele pensa.

A sua mais recente paixão pouco tem a ver com o nuclear, mas com um conterrâneo seu, Leonardo da Vinci. «Estou a escrever um livro sobre o outro Leonardo», diz com ar intrigante. Nos últimos anos este físico tem andado a tentar "descodificar" o que está oculto na obra de da Vinci, aquilo que se ele revelasse às claras, na altura, lhe teria custado a cabeça. Cesare Marchetti tem descoberto vários criptogramas que apontam para descobertas no universo, crítica social violenta e histórias pessoais dramáticas do artista.

Jorge Nascimento Rodrigues, editor de www.janelanaweb.com Março 2006

link Janela da Web

 
 

Plástico de Plantas

"The first commercial application of the innovative Plantic® technology is in packaging and display trays. Plantic® trays look, feel and function the same as traditional plastic trays except that Plantic trays are made from renewable resources, are compostable and, most interestingly, dissolve when in water.

The production facility in Melbourne, Australia produces flat sheet roll stock in a range of standard colours and gauges for use by industry. The standard colour range is natural, white, brown, black and gold and it can be produced to tailor individual requirements.

Plantic® finished products are priced competitively with plastic trays made from petrochemical plastics. Plantic trays are not subject to the dramatic price variations petrochemical products are exposed to.

Plantic is suitable for dry foods packaging such as biscuit and confectionary trays, blister packaging, and trays for electronic components."

link Plantic

 
 

A Energia “perdida” na Cadeia dos Alimentos


“Se considerarmos energia num sentido lato, recordemos que a primeira e segunda leis da termodinâmica afirmam que “a energia total no Universo é constante e a entropia total cresce indefinidamente.”(1). A ideia que existe uma quantidade-limite de energia no Universo é compreensível, mas o facto de essa energia se transformar continuamente para um estado cada vez menos utilizável é mais difícil de entender. Além disso, apercebemo-nos que quanto mais avançada for a espécie animal, mais energia necessita para a sua sobrevivência. Devido ao facto de 80-90% da energia acumulada se perder (entropia) na passagem da presa ao predador, os alimentos que chegam às nossas mesas têm um custo energético exorbitante. O químico G. Tyler Miller descreve a cadeia alimentar desta forma: “Trezentas trutas são necessárias para suportar um homem durante 1 ano. A truta, por sua vez, consome 90.000 rãs que consomem 27 milhões de gafanhotos que desaparecem de 1.000 tons de erva.””

via Transstudio

 
 

A Disparidade do Consumo de Energia

Os EU tem menos de 5% da população global mas consome 25% da energia mundial. O rápido crescimento da China e Índia implica o aumento global do consumo energético mas a que preço ? Os americanos já contribuem com 30% das emissões globais de CO2, ou seja, 6,.6 toneladas de gases de estufa por pessoa anualmente !

via: Transstudio

 
 

As 6 forças para o Desenvolvimento Sustentável

Segundo a PricewaterhouseCoopers a pressão sobre a mudança para o DS aumentará nos próximos 10 anos, obrigando a indústria global a encontrar soluções que não sacrifiquem as necessidades futuras.
“Os futuros negócios terão em conta os interesses económicos e a responsabilidade social e ambiental. As empresas de sucesso a longo prazo serão as que incorporarem considerações éticas e de alcance social, nas suas estratégias e decisões.” Disse Sunny Misser, líder da PwC na apresentação do relatório a que nos referimos.

O relatório identifica as seguintes tendências dominantes:


-Growing influence of global market forces, rather than government 
policy. The influence of the markets in decision-making will grow
as they reflect rising demand, shrinking supply, and changing
patterns of demand for natural resources.

-Revisions in the financial model used to set corporate and
government strategy. The new model will include new scenarios,
new risk factors, and a growing number of intangible and non-

financial factors.
 
-Innovation, particularly in core industries. Changing economic
conditions will expand the rate of innovation exponentially to
include changes in behaviour, product design, supply chains and
geopolitical structure, in addition to technology.

-Globalisation. International institutions will be responsible
for formulating global policies; the role of national or local
institutions will be limited to implementation.
 
-Evolution, not revolution. Progress toward sustainable development
will be largely incremental. Barriers to rapid change will die
hard, but specific catalysts may cause spurts of great change.


-Communication. The global media may influence which issues
governments and industries focus on and accelerate the speed of
changes in policy and behaviour.



via: PrimeZone

 
 

O híbrido Fine-T da Toyota

"Toyota is bringing its Fine-T fuel cell hybrid in-wheel motor concept car to the New York Auto Show next week. The concept made its world premier at the 2005 Tokyo Motor Show as the Fine-X.

The Fine-T is powered by a new downsized, high-performance Toyota fuel-cell stack fueled by 70 MPa storage tanks. The fuel cell stack adopts a new alloy catalyst, which reduces the amount of precious metals used. The hybrid components are mounted beneath the vehicle floor, allowing greater cabin space—the interior space of an Avensis with the approximate exterior size of a Yaris—and creating a low center-of-gravity.

With the Fine-T, Toyota pursued using carbon-neutral materials over a wide range of interior fittings, processing polylactic acid (PLA), obtained from sugar cane, as well as Kenaf and other plant fiber into a variety of textures for door trim, suede-like ceiling material, seat nets and floor mats.

The concept uses an independent four-wheel large-angle steering system and independent four-wheel drive incorporating in-wheel motors with integrated drive power and wheel turning-angle control."


via: Green Car Congress

 
 

AntropoDesign






Associado ao Illinois Institute of Technology, o ID é lider no ensino do design sistémico tendo como finalidade, o homem (antropos). A formação do ID tem como foco o desenvolvimento avançado de metodologias e teorias do design e a demonstração prática da sua utilidade.
O AntropoDesign (design centrado no Homem), evoluiu do design tradicional, das ciências sociais, da engenharia e dos negócios. O ensino praticado no ID assenta em 4 factores fundamentais : físico, cognitivo, social e cultural que naturalmente interagem entre si em produtos, sistemas, organizações e mensagens. Esta visão múltipla da realidade dirige o aluno a pensar o design nos seus aspectos físicos e cognitivos numa dada situação cultural e social. O aluno aprende como projectar um produto para diferentes culturas, para diferentes situações numa dada cultura.


Link Institute of Design

 
 

Dubai

1991 2005













As térmitas inteligentes conquistam o deserto...

 
 

Concurso Internacional de Design

designboom and BÜSSEL international design competition.
participation is open to applicants from every country in the world,
to professionals, students, and design-enthusiasts.
free registration required.
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01 - the subject of the international competition is
‘your way to coway’
.. imagine your life - design your living

participants are requested to submit their designs and concepts for one
or more of the three categories:
a – THE KITCHEN OF TOMORROW (future kitchens)
b – CONVERGENCE OF SPACE (one environment for cooking - dining - living)
c – KITCHEN APPLIANCES (what might be brought to the market in the next 10 years)
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02 – awards
the designers of 12 winning entries will be granted with cash prize awards
- # 1 first prize Euro 8,000
- # 2 second prizes Euro 5,000 each
- # 3 third prizes Euro 3,000 each
- # 6 honorable mentions Euro 1,000 each

winning entries and a selection of the works sent in will be shown
in october in Seoul, Korea. in addition a few winners will be invited
in Seoul for the event.

via designboom

 
 

Os Manuais da Nave Espacial Terra #4

Buckminster Fuller's Universe: His Life and Work
Lloyd Steven Sieden







Parte biografia, parte dissertação cientifica, o autor salienta o extraordinário e maravilhoso mundo de Bucky sobre a vida nesta Nave Espacial Terra como designava o nosso planeta. Leitura importantíssima para compreender o mundo novo.






Critical Path
R Buckminster Fuller



Critical Path é o estado da arte da evolução humana” disse Marilyn Ferguson.






Your Private Sky: R. Buckminster Fuller
Joachim Krausse



Vastíssima informação sobre a obra de Bucky; desenhos, projectos, textos e fotos documentam este precioso livro sobre o pensamento e os processos de Buckminster Fuller.

 
 

Os Manuais da Nave Espacial Terra #3


Ecological Design
Sim Van der Ryn, Stuart Cowan






Os autores argumentam que o uso inteligente do design ecológico facilita a integração e a adaptação do homem nos processos naturais a todos os níveis, criando revolucionárias formas de construção, paisagem, cidades e tecnologias.









Biomimetics: Biologically Inspired Technologies

Yoseph Bar-Cohen







A Natureza é um “designer” com milhões de anos de pesquisa e experiência. Uma verdadeira autoridade nestes assuntos. Não é de admirar que cada vez mais cientistas e engenheiros se inspirem nos processos naturais para desenvolverem novos designs e tecnologia neste excitante e emergente mundo do Biomimetismo.







Sustainable Architecture White Papers (Earth Pledge Foundation Series on Sustainable Development)
David Brown, Mindy Fox, Mary Rickel Pelletier, Leslie Hoffman





Colecção admirável de diversos textos sobre a delicada ligação entre a arquitectura e ambientes naturais. Arquitecturas inovadoras, novo design, planeamento, empreendimentos públicos e lideres da educação, ilustram a vibrante estratégia da nova arquitectura.

 
 

Os Manuais da Nave Espacial Terra #2



Biomimicry : Innovation Inspired by Nature
Janinen M Benyus





Biomimicry é uma nova ciência cujo modelo de estudo e inspiração é a Natureza os seus processos e design de forma a encontrar soluções de problemas humanos,
p.ex.: a célula fotovoltaica inspirada na folha da planta.








Natural Capitalism

Paul Hawken, Amory Lovins e Hunter Lovins,






fundadores do Rocky Mountain Institute, escreveram este livro com o objectivo de encontrar os princípios do mercado para todos os recursos, nomeadamente para os recursos naturais. O livro tem dois objectivos: primeiro, uma imensa fileira de novos negócios ligados ás opções ecológicas mais inteligentes; segundo, provar a possibilidade de a sociedade e a industria se adaptarem às novas opções.

 
 

Os Manuais da Nave Espacial Terra #1

The Entropy Law and the Economic Process
Nicholas Georgescu-Roegen




Um livro seminal sobre a analise económica desafiando os princípios da economia clássica, a quintessência do pensamento sobre a realidade económica. Numa prosa limpa e clara este grande matemático romeno faz uma abordagem “poética” filosófica e matemática da ciência económica. Pioneiro na critica à incompatibilidade dos sistemas económicos clássicos com os sistemas naturais/ambientais.

Um dos grandes livros sobre Economia dos últimos 50 anos





Essays in Honor of Nicholas Georgescu-Roegen
Kozo Mayumi, John Gowdy


Uma excelente introdução à obra de um dos maiores economistas do sec. XX, Nicholas Georgescu-Roegen.












Limits to Growth: The 30-Year Update
Donella Meadows, Jorgen Randers, Dennis Meadows

Actualizado pela segunda vez desde 1992, este livro foi escrito por um trio de professores e analistas de sistemas, oferece uma visão um pouco pessimista sobre os recursos naturais e a população mundial.

"We... believe that if a profound correction is not made soon, a crash of some sort is certain. And it will occur within the lifetimes of many who are alive today."




Cradle to Cradle: Remaking the Way We Make Things
William McDonough, Michel Braungart


Os autores, um arquitecto e um químico, pretendem eliminar o conceito de desperdício, ao mesmo tempo preservando o comércio e a qualidade de vida. Alguns exemplos são de facto muito inspiradores.