INSTITUTO FUTURISTA

Iconarmadilhemos a verdade para que ninguém lhe toque.

You Control Climate Change

“Para a Comissão Europeia, acção contra a mudança climática é uma prioridade. Esta campanha complementa e reforça os nossos esforços políticos e legislativos. Todos nós somos responsáveis pela mudança climática e cada um de nós pode e deve contribuir para atenuar esta ameaça.”

José Manuel Barroso – Presidente da Comissão Europeia

 
 

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Estrada Nacional 14 - Nine - Braga - Portugal

foto: Pedro Guimarães
via: Fotocafe

 
 

A História da Infâmia

"An estimated 246 million children are engaged in child labour. Of those, almost three-quarters (171 million) work in hazardous situations or conditions, such as working in mines, working with chemicals and pesticides in agriculture or working with dangerous machinery. They are everywhere but invisible, toiling as domestic servants in homes, labouring behind the walls of workshops, hidden from view in plantations.

Millions of girls work as domestic servants and unpaid household help and are especially vulnerable to exploitation and abuse. Millions of others work under horrific circumstances. They may be trafficked (1.2 million), forced into debt bondage or other forms of slavery (5.7 million), into prostitution and pornography (1.8 million), into participating in armed conflict (0.3 million) or other illicit activities (0.6 million). However, the vast majority of child labourers – 70 per cent or more – work in agriculture."

link: UNICEF

 
 

Ecobosques

Invista em Árvores de Madeiras Nobres, de Elevado Valor Económico e Rápido Crescimento .


EcoBosques é uma empresa Espanhola que desenvolve actividades florestais e agrícolas ecologicamente sustentáveis e economicamente rentáveis em terrenos de grande fertilidade e especializada em árvores de madeiras nobres de elevado valor económico e rápido crescimento , oferecendo a clientes individuais ou institucionais a possibilidade de investirem em lotes de árvores que serão integralmente geridos e administrados pela nossa empresa até ao seu arranque, corte e venda posterior a terceiros após um período de 16 anos , altura na qual o cliente obtém o seu benefício.

A companhia foi fundada em Alicante, Espanha, com um capital social inicial de €2.700.000, totalmente realizados, em cima de € 3.000.000 em Fundos de Proprietários de Parte e é auditada pela BDO Audiberia desde o início da sua actividade.

A empresa foi criada com o claro objectivo de desenvolver plantações amigas do meio ambiente que permitam gerar benefícios económicos e ecológicos a partir duma actividade ética e socialmente responsável e comprometida com o meio ambiente.

Link: ecobosques

 
 

Passive House

Passive House é um standard de construção que reduz 10 (dez !) vezes a procura de aquecimento dum espaço habitado e 6 (seis !) vezes o consumo total de energia desse mesmo espaço.

ver uma apresentação detalhada do processo aqui.

via: Leonardo Energy

 
 

Bendito Machine


Uma pérola da animação premiada no Festival de Animação de Annecy.
A eterna história dos conflitos sociais ...




(precisa do Macromedia Flash Player e alguma paciência para carregar o filme)



 
 

Biomimicry - a Natureza inspiradora

As folhas e plantas são pequenas fábricas conversoras através da luz solar do dióxido de carbono e água em hidratos de carbono e oxigénio. Têm uma eficiência baixa mas muito efectivas em todas as condições de luz solar. Embora de eficiência baixa e ao facto de as folhas serem ciclicamente substituídas, o processo funciona há centenas de milhões de anos sendo a principal fonte de energia para toda a vida no planeta.

Desde os anos 70 houve tentativas de criar uma célula solar baseada neste princípio (Biomimicry). As primeiras tentativas passaram por cobrir os semicondutores de titânio com uma camada de clorofila. Mas os electrões mostraram-se relutantes a moverem-se através da camada de pigmento e a eficiência da primeira célula solar sensibilizada foi cerca de 0,01%.

Em 1988 na EPFL, Suiça , Michel Graetzel descobriu que a nanotecnologia poderia ultrapassar o problema. Em vez de um único dióxido semicondutor de titânio, usou uma esponja de pequenas partículas de cerca de 20 nonómetros de diâmetro cada, coberta por uma ultrafina camada de pigmento. Este método incrementou imenso a área disponível de absorção – a luz solar foi eficientemente convertida em corrente eléctrica.
Em menos de 15 anos a australiana Dyesol desenvolveu um conjunto de variados produtos comerciais de 3º geração desta tecnologia chamada DSC (Dye Solar Cell).

Link: Dyesol

 
 

How Fuel Cells Work

Super-eficiente, segura e limpa, a energia do futuro

 
 

Hypergreen

A Arquitectura à procura da eficiencia e autonomia energeticas.


"Développé par l’architecte Jacques Ferrier à la demande de Lafarge et présenté mi-mars 2006 au Marché International des Professionnels de l’Immobilier (MIPIM), le concept de tour Hypergreen est un modèle, une source d’inspiration, pensée à partir de ce que l’on peut faire aujourd’hui. La forme, la façade, la répartition des éléments de la tour, une cinquantaine d’étages pour 246 mètres de haut, exploitent l’orientation de la tour, permettant par exemple aux espaces verts de profiter d’un ensoleillement maximum. Cette optimisation climatique s’accompagne de 10 éoliennes placées au sommet et d’une résille de 3 000 m2 de panneaux photovoltaïques, capables de produire 50 MegaWh d’électricité solaire par mois. Ajourée, la résille joue le rôle d’une double peau limitant les besoins intérieurs en chauffage et climatisation, déjà tempérée par l’emploi de puits canadiens (où circule un air entre 14 et 16°) et de façades végétales. Des collecteurs d’eaux pluviales, alimentant les jardins et les sanitaires, parachèvent le projet. L’éventail de ces énergies renouvelables doit permettre à la tour Hypergreen d’auto-subvenir à 70 % de ses besoins."

via: Novehtic

 
 

Novos materiais



Um catálogo muito útil sobre os novos materiais que vão transformando o nosso ambiente físico.


"Curious about transparent ceramics, self-cleaning paint, or tiles that illuminate shadows without electricity? Published by Princeton Architectural Press, Transmaterial features nearly 200 of the most cutting-edge new products , complete with manufacturer info, environmental data, applications, types/sizes, limitations, etc. "

via: Transstudio

 
 

Design Like You Give a Damn

"projectos dos ultimos cem anos desenhados para corresponder a necessidades humanitárias. A maior parte das construções apresentadas têm um carácter inovador não só pela sua estrutura como pelos materiais utilizados oferecendo respostas arquitectónicas para crises humanitárias. "

Edited by Architecture for Humanity, Design Like You Give a Damn is a compendium of innovative projects from around the world that demonstrate the power of design to improve lives. The first book to bring the best of humanitarian architecture and design to the printed page, Design Like You Give a Damn offers a history of the movement toward socially conscious design and showcases more than 80 contemporary solutions to such urgent needs as basic shelter, health care, education, and access to clean water, energy, and sanitation. Featured projects include some sponsored by Architecture for Humanity as well as many others undertaken independently, often against great odds.

Design Like You Give a Damn is an indispensable resource for designers and humanitarian organizations charged with rebuilding after disaster and engaged in the search for sustainable development. It is also a call to action to anyone committed to building a better world.

novative projects from around the world that demonstrate the power of design to improve lives. The first book to bring the best of humanitarian architecture and design to the printed page, Design Like You Give a Damn offers a history of the movement toward socially conscious design and showcases more than 80 contemporary solutions to such urgent needs as basic shelter, health care, education, and access to clean water, energy, and sanitation. Featured projects include some sponsored by Architecture for Humanity as well as many others undertaken independently, often against great odds.

Design Like You Give a Damn is an indispensable resource for designers and humanitarian organizations charged with rebuilding after disaster and engaged in the search for sustainable development. It is also a call to action to anyone committed to building a better world.

via: 3R

 
 

CRISIS GLOBAL: SOLUCIÓN (La Vida Ecológica)

La Vida Ecológica -Ted Trainer

> Si es que el análisis precedente sobre los Límites al Crecimiento (económico y poblacional) es básicamente válido, algunos de los principios de la Sociedad Sustentable están claros y son indisputables. (Un análisis anterior puede encontrarse en "The Conserver Society"(La Sociedad de La Conservación); Ted Trainer, Zed Books, 1995).

1.-Los niveles de Vida Material deben ser mucho menos Opulentos. En una Sociedad Sustentable las tasas per cápita de uso de recursos deben ser una pequeña fracción de las existentes actualmente.

2.-Deben haber Pequeñas Economías Locales de Pequeña Escala altamente Autosuficientes.

3.-Estas deben ser principalmente Locales, Cooperativas y Participativas.

4.-Deben ser Sistemas donde las Pequeñas Comunidades controlen sus propios asuntos, independientes de las Economías Internacional y Global.

5.-Debe haber mucho uso de Tecnologías Alternativas, que minimizan el uso de Recursos.

-Debe ser desarrollado un Sistema Económico muy diferente, o no manejado por Fuerzas de Mercado o el Afán de Lucro, y en el cual no haya Crecimiento Económico (ilimitado).

6.- La manera de Vida Alternativa es la Manera Sencilla Materialmente (pero más Rica en otros sentidos). Podemos y debemos vivir Todos/as bien con una mucho más pequeña cantidad de Producción, Consumo, Uso de Recursos, Comercio, Inversión, y PGB que el que hay actualmente. Esto nos permitiría escapar de la Rueda Económica y dedicar nuestras vidas a cosas más importantes que producir y consumir.

Estilos de Vida más Sencillos

>Vivir más simplemente no significa privación o penurias. Significa focalizarse en lo que es suficiente para la comodidad, la higiene, la eficiencia, etc. Muchas de nuestras necesidades básicas pueden ser satisfechas por mecanismos y de maneras muy sencillos y baratos en el uso de recursos, comparados con aquellos que tomamos por asegurados e idolizamos en la sociedad de consumo.

>Vivir de maneras que minimicen el uso de recursos no debiera ser visto como un esfuerzo fastidioso que debe ser hecho con el fin de salvar al planeta. Estas maneras pueden y deben llegar a ser importantes fuentes de satisfacción con la vida. Debemos llegar a ver como agradables muchas actividades tales como la vida frugal, el hacer cómpost, reparaciones, embotellar fruta, dar cosas viejas a otros, hacer durar las cosas, y manejar una economía hogareña relativamente autosuficiente. La meta Budista es una vida "simple en medios, pero rica en finalidades".

Autosuficiencia Local

>Debemos desarrollar tanta autosuficiencia como razonablemente podamos al nivel nacional - significando esto menos comercio - al nivel del hogar y especialmente a los niveles del vecindario, suburbano, del poblado y regional. Necesitamos convertir nuestros actuales estériles suburbios en economías regionales prósperas que produzcan la mayoría de las cosas que necesiten desde recursos locales. Ellos contenerían muchas pequeñas empresas tales como panaderías locales. Algunas de éstas pueden ser sucursales descentralizadas de firmas existentes, permitiendo a muchos de nosotros ir al trabajo en bicicleta o a pie. Gran parte de nuestra producción de miel, huevos, vajilla, hortalizas, mobiliario, frutas, pescado y carne de ave podría venir de negocios hogareños dedicados a la producción artesanal y aficionada. Es mucho más satisfactorio producir muchas cosas de modo artesanal antes que en fábricas industriales. Sin embargo, tendría sentido mantener algunas grandes fábricas de producción masiva.

>Muchos huertos comerciales podrían estar localizados en los suburbios y las ciudades, por ejemplo en sitios de fábricas abandonadas o al ladode las l’neas ferroviarias. Esto reducir’a el costo de los alimentos un 70%, especialmente al reducir sus costos de transporte. Más importantemente, el producir el alimento más cercanamente de donde vive la gente permitiría que los nutrientes sean reciclados y devueltos al suelo a través de la producción de cómpost y unidades de gas de la basura.

>Debiéramos convertir una casa de cada conjunto en un taller vecinal, una espacio de reciclaje, un lugar de reunión, un lugar de intercambio de cosas sobrantes y una biblioteca. Debido a que habrá mucha menos necesidad de transporte, sacaremos el pavimento de muchas calles, incrementando grandemente el área de tierra cultivable para huertos comunitarios, lagunas, bosques, etc. Gran parte de nuestros vecindarios pueden llegar a ser una selva Permacultural, un "bosque comestible" atiborrado con plantas productivas de larga vida, en gran parte automantenidas tales como árboles frutales y de nueces. Especialmente importante será lograr un alto grado de autosuficiencia energética local, a través del uso de tecnologías alternativas y fuentes de energía renovable tales como el sol y el viento.

>Habría también muchas variedades de animales viviendo en nuestros vecindarios, incluyendo una entera industria de peces basada en fuentes y lagunas. Adicionalmente, muchos materiales pueden venir de los bosques, árboles frutales, matas de bambú, lagunas, arroyos, etc. comunales. De este modo desarrollaremos los "recursos comunes" ("commons"), los terrenos comunales y los recursos de los cuales todos/as pueden tomar alimentos y materiales. Muchas áreas podrían fácilmente proporcionar a sí mismas con la greda para producir toda la vajilla que se necesite. Similarmente, casi toda la madera que se necesite para hacer muebles de madera podría venir de esos bosques, a través de un pequeño aserradero localizado en lo que alguna vez fuera un garage.

>Una de las más importantes maneras en las cuales seremos muy autosuficientes será en las finanzas. Virtualmente todos los vecindarios tienen todo el capital que necesitan para desarrollar aquellas cosas que más los enriquecerían, pero esto nunca sucede cuando nuestros ahorros son depositados en bancos convencionales. Formaremos muchos bancos locales de los cuales nuestros ahorros serán prestados sólo a empresas y proyectos que mejoraran nuestras localidades. Muchos vecindarios y poblados están ahora comenzando sus propios bancos y sistemas de intercambio sin dinero.

>Habría un ambiente que promovería el tiempo libre. Los suburbios en la actualidad son desiertos para el ocio; no hay mucho que hacer. El vecindario alternativo estaría lleno de relaciones amigables, pequeños negocios, proyectos comunes, animales, huertos, bosques y tecnologías alternativas y por lo tanto lleno de interesantes cosas para hacer. Consecuentemente, la gente estaría menos inclinada a salir los fines de semanas y las festividades, lo que reduciría el consumo energético nacional.

>La autosuficiencia económica local es crucial si es que vamos a reducir el consumo general de recursos debido a que ésta reduce los costos de viajes, transporte y empaque, y la necesidad de construir carreteras, barcos, aeropuertos etc. Esta permite también a las comunidades a llegar a ser independientes de la economía global.

Maneras de Vivir más Comunitarias y Cooperativas

>La tercera característica esencial de la manera alternativa de vivir es que esta debe ser mucho más comunitaria y cooperativa. Debemos compartir más cosas. Podríamos tener unos pocas escaleras, taladros eléctricos, etc., en talleres vecinales, como algo distinto a uno en cada casa. Seríamos parte de varias turnos, comités y grupos de trabajo para realizar gran parte del cuidado de los niños, la enfermería, la educación básica y el cuidado de la gente de edad y discapacitada en nuestras área, tanto como para realizar muchas de las funciones que los consejos burocráticos realizan actualmente por nosotros, tales como mantener nuestros propios parques y calles. Necesitaríamos por lo tanto muchos menos burócratas y profesionales, reduciendo así la cantidad de ingreso que necesitaríamos ganar para pagar impuestos y servicios.

>Especialmente importantes serían los grupos de trabajo comunitario voluntario regulares. Imaginemos sólo cuan ricos serían nuestros vecindarios si cada Sábado por la tarde por los pasados cinco años hubiera habido un grupo de trabajo voluntario haciendo algo que hubiera hecho de éste un lugar más placentero para vivir.

>Habría mucha más sensación de comunidad que la que hay ahora. La gente se conocería mutuamente e interactuaría en proyectos comunales. Uno ciertamente predeciría un gran decrecimiento en la incidencia de los problemas sociales y sus costos monetarios y sociales. El nuevo vecindario sería seguramente un más sano y feliz lugar para vivir, especialmente para las personas de edad.

>Habría genuína democracia participativa. Gran parte de nuestras políticas y programas locales podrían ser planeadas por comités elegidos no-pagados y podríamos todos votar sobre importantes decisiones concernientes a nuestra pequeña área en reuniones regulares locales. Habría todavía algunas funciones para los gobiernos Estatal y nacional, pero relativamente pocas.

>Las instituciones gobernantes principales aquí serían los comités voluntarios, las reuniones locales, la votación directa en temas diversos y especialmente la discusión pública informal en situaciones de la vida diaria. En una comunidad sana y autogobernada los procesos políticos fundamentales tienen lugar informalmente en cafés, cocinas, y las esquinas de las localidades, porque es ahí donde los temas pueden ser discutidos y pensados hasta que la mejor solución llegue a ser generalmeente reconocida. Las posibilidades de una política escogida que trabaje bien dependen de cuan contentos están todos con ella. El consenso y el compromiso se logran mejor a través de un lento y a veces torpe proceso de consideración formal e informal, en el cual el real trabajo de la toma de decisiones es hecho mucho antes de la reunión donde se vota finalmente. De este modo la política llegará nuevamente a ser participativa y parte de la vida cotidiana, como era el caso de la Antigua Grecia.

Traducido de un texto del siguiente Website: http://www.arts.unsw.edu.au/tsw/index.html

via: Ecovision

 
 

G A P M I N D E R














Incrível apresentação interactiva do Relatório do Desenvolvimento Humano - ONU pela Gapminder

Let´s make data on world development understandable, enjoyable and free!

 
 

500 Wants You













designboom and FIAT international design competition.
participation is open to applicants from every country in the world,
to professionals, students, and design-enthusiasts.
free registration required.

 
 

Earth To America

 
 

A preguiça

"A preguiça deveria estar-nos no sangue como o oxigénio nos pulmões. Até por uma questão de higiene psico-fisiológica. A sua ausência poderá levar a um estado patológico com sintomas vários que andam em torno do "stress", do "workoolismo" e doutros termos de duvidosa raíz cultural."

 
 

A Lamparina Solar









"Damian O'Sullivan has created a solar lampion you use inside (or out). "Most solar lamps today are of the type that you 'plant' in your garden and then leave unattended. They store energy during the day and release it in the form of light at night, which is nice. But what if we could bring this light with us, into the home? The Solar Lampion is such a lamp. It is composed of an array of 36 'standard size' solar cells (held together by an open spaced frame), each of which is connected to an LED bulb, which is fed by one rechargeable battery. The solar cells store the sun's energy during the day and release it at nightfall wherever you need it.". Thanks Damian!"

 
 

A Zero Energy Home











A construtora americana Ideal Homes projectou e construiu uma casa totalmente auto-suficiente em energia por 200.000 dólares; 3 quartos, 1 cozinha, 2 casas de banho, 1 sala e garagem para 2 carros. Materiais eficientes energeticamente, painéis fotovoltaicos e um sistema de aquecimento/refrigeração original. Mais aqui.

via : Emerging Technology Trends

 
 

H2PIA - A cidade movida a hidrogénio







Um grupo de empresas e instituições dinamarquesas lançaram-se num visionário projecto chamado H2PIA, a primeira cidade integralmente baseada na nova economia do hidrogénio algures na Dinamarca, em 2007.

Não é um choque tecnológico, é um choque civilizacional ! O Mundo Novo está aí.


“H2PIA is a vision for a complete city, where citizens will produce the energy they need for themselves. H2PIA will show how we can develop from a society that produces energy by burning oil, coal and gas, to a hydrogen-based, independent, and pollution-free community.

H2PIA is based upon three values:

Freedom
Because the citizens of H2PIA are independent of oil. They produce and store their own fuel in the form of hydrogen, that can deliver energy to both their homes and their cars.

Clean energy
Because hydrogen is produced from renewable energy sources: sun and wind. And the only exhaust product left over when it is used is pure water.

Creativity and innovation
Because the creation of H2PIA demands a close cooperation between the private and the public sector – between businesses, universities and policy makers. Experimentation, knowledge, experience, and results must be turned into real-life products to create a well-functioning and sustainable community where the noisy and
polluting combustion engine is replace by the clean and silent hydrogen fuel cell.

H2PIA – a complete urban community
H2PIA is a complete urban community with residential houses, businesses, shops, cars, and roads. The inhabitants are ordinary citizens who can enjoy life in a clean, future-proof and sustainable society. But beneath the surface, much will be different from today, because of H2PIA's hydrogen technology. The best of the Danish architectural tradition will be employed to make use of the new requirements and possibilities that this technology presents, and the infrastructure will be constructed in a new and different manner."

link: H2PIA

 
 

Os materiais do Mundo Novo



"3form is the leading manufacturer of award-winning, eco-friendly materials and solutions for the Architecture + Design industry. Our innovative 3form Varia system uses ecoresin to encapsulate textiles, organic materials, textures and custom images to translucent resin panels that can be transformed into walls, dividers, doors and other architectural solutions."

link: 3form

 
 

desperdício

"O Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz de Estocolmo (SIPRI) estima que em 2004 a despesa militar foi de 975 biliões de dólares. Ou seja, cerca 150 dólares por cada habitante da Terra.

Calcula-se que 25 biliões de dólares por ano, bastariam para implementar programas sustentáveis de agricultura de forma a resolver o problema da fome, proporcionar cuidados de saúde primários e assegurar a educação básica para toda a população mundial. Ou seja, menos de 4 dólares por habitante...
Logo, aposta-se 40 vezes mais na destruição do que na manutenção da vida humana... "

via aquiperto

 
 

Oficina da primavera – Construir em terra crua


Organizada pela Associação Centro da Terra e a Secção Autónoma de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro, a Oficina da Primavera 2006, pretende disponibilizar aos interessados uma visão geral sobre as principais questões que actualmente envolvem este tipo de construção, seja quanto à intervenção no património, seja no que diz respeito à execução de novas edificações.

Estas oficinas são destinadas não só a engenheiros civis, mas também arquitectos, arqueólogos, ambientalistas, estudantes de qualquer destas áreas e, naturalmente, a todos os interessados na temática.

Inscrições em: www.centrodaterra.org