mkLotus é a última novidade do arquitecto americano Michelle Kauffman. Trata-se de um novo conceito de casa modular de eficiência energética total, ou quase. Vejamos algumas especificidades:
-O telhado é verde e vivo de variadas espécies de plantas;
-A energia necessária é totalmente alimentada por painéis solares;
-Tem um sistema de aproveitamento da água da chuva e um outro sistema de reaproveitamento das águas sujas (a água colectada do chuveiro e dissipadores alimenta o autoclismo);
-Os materiais de construção foram cuidadosamente escolhidos tendo em conta sua eficiência e toda a iluminação da casa através de LED’s com ganhos de eficiência e conforto;
-Como se trata de um tipo modular, é totalmente construída num estaleiro sendo montada no local - o que garante uma diminuição substancial de desperdícios.
Será apresentada na West Coast Green em São Francisco no próximo mês de Setembro.
Após 14 anos de pesquisa, Guy Negre desenvolveu um motor que pode ser um dos maiores avanços tecnológicos do século. Trata-se de uma inovadora tecnologia de ar comprimido (CAT) com vantagens económicas e ambientais significativas. (mais aqui)
Meditar é ver se o cérebro, com todas as suas actividades, todas as suas experiências, pode ficar inteiramente silencioso; sem ser forçado a isso, porque no momento em que se força, nasce a dualidade. A entidade que diz, "gostaria de ter experiencias maravilhosas, portanto tenho de forçar o meu cérebro a ficar quieto"- não conseguirá aquietá-lo. Mas se começarmos a procurar descobrir, a reparar, a escutar todos os movimentos do pensamento, o seu condicionamento, os seus interesses, os seus medos, os seus desejos, observando como o cérebro funciona, então veremos que ele se torna extraordinariamente quieto; mas essa quietude não é entorpecimento. Um poderoso dínamo a trabalhar perfeitamente quase não se ouve; só quando há fricção, há ruído.
Produzimos alimentos baratos para os ricos e caros para os pobres. Uma apresentação muito pertinente sobre o estado actual da produção alimentar no mundo:
Não acredites em alguma coisa simplesmente porque a escutaste.
Não acredites em tradições simplesmente porque provêm desde há muitas gerações.
Não acredites em algo só porque é falado ou é motivo de rumor por muitos.
Não acredites em algo simplesmente porque vem escrito nos teus livros religiosos.
Não acredites em algo simplesmente porque é dito pelos teus professores ou anciãos.
Mas, após observação e análise quando encontrares algo que vai de acordo com a razão e é conduzível à felicidade e benefício de uma só pessoa e de todas, então aceita-o e vive-o.
“When I learn something new - and it happens every day - I feel a little more at home in this universe, a little more comfortable in the nest.” - Bill Moyers
A green roof system is an extension of the existing roof which involves a high quality water proofing and root repellant system, a drainage system, filter cloth, a lightweight growing medium and plants.
Sobre a ameaça nuclear que paira sobre as nossas cabeças ocorreu-me esta reflexão de Friedrich Nietzsche encontrada no seu livro “A Gaia Ciência”:
O maior trabalho dos homens foi até agora concordar sobre uma quantidade de coisas, e fazer uma lei desse acordo,... quer essas coisas fossem verdadeiras ou falsas. Foi a disciplina do espírito que preservou a humanidade, ... mas os instintos que a combatem são ainda tão poderosos que em suma só se pode falar com pouca confiança no futuro da humanidade.
Será o nuclear o maior desafio encontrado pela humanidade? Estará nas mãos da nossa geração a solução de, uma vez por todas, vencer os instintos poderosamente obscuros que nos cegam e impedem há milénios a paz de espírito e a construção de um futuro compassivo? Será a espécie humana tão insana que destrói tudo que toca? São perguntas que fazemos cerimoniosamente ao Universo mas em vão; as respostas correctas terão que ser encontradas por nós e em nós.
Creio que chegamos a um ponto de não retorno, ou seja, não podemos errar sob pena de desaparecermos do mapa - é a única certeza que temos…
Enquanto os filósofos não forem reis nas cidades, ou que aqueles hoje denominados reis e soberanos não sejam verdadeira e seriamente filósofos ; enquanto o poder político e a filosofia não se encontrarem no mesmo individuo ; (…) não haverá fim, meu caro Glauco, aos males das cidades, nem, me parece, aos do género humano (…)
Um interessante documentário sobre esse estranho fenómeno cósmico chamado aurora boreal ( Aurora Borealis), comentado e gravado por Steve McGreevyno norte do Canadá .
A FuelVapor Technologies desenvolveu uma nova tecnologia de combustível normal em vapor que permite um consumo extremamente baixo, altas acelerações e emissões muito baixas. O primeiro protótipo está pronto e os seus resultados são muito prometedores. Prevista uma produção limitada em 2008 ainda sem preço publicado.
Um Ser humano individual é um modelo reduzido do universo múltiplo, com uma natureza oculta e profunda que se liga aos domínios celestiais. Não obstante, o desenvolvimento da maioria dos seres humanos segue uma via estreita, que os torna parciais e incompletos, e, assim, faz com que percam sua capacidade de apreciar a grande variedade que compõe a Unidade da natureza.
O Super-Kamiokande ou Super-K abreviado é um observatório de neutrinos no Japão, projectado para detectar neutrinos e estudar as misteriosas supernovas e outros enigmas cósmicos.
Fica situado a 1000metros de profundidade numa antiga mina, consiste em 50.000 toneladas de água pura compartimentadas em 11.200 tubos foto-multiplicadores. A estrutura de repouso é cilíndrica mede 41 metros de altura e 39,3 de largura.
Uma interacção do neutrino com os electrões ou os núcleos da água podem produzir uma partícula que se mova a uma velocidade maior que a da luz. Parece ficção mas não é. Incrível.
Exauridos pelo excesso e rogando pela simplicidade, estamos sendo tragados pelo dragão do desejo, e é ele que tem nos escravizado. Quem pensa que consome é aquele que está sendo consumido. Nada mais sofisticado e destrutivo do que a comercialização da felicidade em dez prestações iguais.
Viver simples tem sido a opção de um crescente número de sobreviventes, que estão escapando dos dentes famintos desse dragão insaciável. Vários grupos se formam em torno de nobres ideais, que em vez de exorcizar o ato de consumir, o que inviabilizaria a vida no Planeta Mercado, propõem uma nova relação com o dinheiro e com os bens que ele faz circular. Se eu preciso de um, para que comprar dois? Se eu tenho muito dinheiro, por que me cercar de muros de concreto?
Para aprofundar essas e outras questões levantadas pelo Movimento da Simplicidade Voluntária, vale a pena visitar o site do Jorge Dellamora Netto - www.simplicidade.net - pioneiro no Brasil do Movimento da Simplicidade Voluntária, apregoado há anos pelo futurista e ambientalista Duane Elgin - www.simpleliving.net - e disseminado pela escritora best-seller e empreendedora social Vicki Robbin - http://www.newroadmap.org/vrsuccess.asp.
Vicki virá ao Brasil em outubro para o lançamento do seu livro “Your Money orYour Life”. Já vendeu mais de 10 milhões de cópias só nos EUA e a versão em português será publicada pela Editora Cultrix. Está ficando um luxo ser simples.
O mantra de economistas, banqueiros centrais, Banco Mundial, FMI e outros consultores para países em desenvolvimento clama, acima de tudo, por uma reforma no mercado. Desembrulhando o jargão, isso significa que eles querem desregulamentação, comércio livre, privatização, moedas conversíveis, crescimento via débito e exportação e mercados de trabalho flexíveis – resumido como o “Consenso de Washington”.
Hoje, a reivindicação está se transformando em demanda por reformas do mercado e do capitalismo, bem como do estreito “scorecard” econômico de progresso, o Produto Interno Bruto (PIB). Stravos Dimas, Comissário Europeu do Meio Ambiente liderará a conferência Além do PIB, prevista para novembro de 2007 no Parlamento Europeu (www.beyond-gdp.eu).
Hoje em dia, a receita do tipo “tamanho único” para o crescimento econômico, medido pelo PIB, está sendo questionada em outros terrenos, além do social e ambiental. A razão é que a visão geral ofercida por esse modelo é falha. A cúpula do G-8 na Alemanha e os CEOs corporativos em Davos preocupam-se com o caos do clima global e o grupo US-CAP, relacionado a eles, exigem limites mandatários para a própria emissão de carbono. Com o fracasso dos diálogos comerciais na OMC, a crescente lacuna entre ricos e pobres, os efeitos da globalização, a diminuição de postos de trabalho manual e, cada vez mais, de trabalho administrativo, a procura por almas conscientes continua. Não há como assegurar ao cidadão mediano que qualquer novo pensamento derivado dessas políticas esteja no horizonte.
Os europeus estão liderando o novo debate e já dão preferência à economia de mercado social mista. A China modificou o modelo do Consenso de Washington, criando sua própria economia social, onde os mercados são vistos como “bons servidores, mas mestres ruins”. Hoje, a maioria dos países latino-americanos está rejeitando a fórmula dos EUA, em prol dos modelos europeu e chinês. Há alguns anos, as economias de Taiwan, Coréia do Sul e Singapura prosperaram no modelo asiático de mercado, dirigido e regulado pelo governo. (mais aqui.)
Em 2002 um professor aventureiro da Universidade de S. Paulo e a sua companheira deslocaram-se para o sul da região rural do Amazonas. Tinham o objectivo de inverter as práticas de extracção de recursos da floresta sem as ameaçar ou destruir. Ao fim de cinco anos e com um magro financiamento inicial do governo brasileiro, o suficiente para as sementes, Luis Fernando da Fonseca dirige uma estrutura que ajuda a revitalizar a decadente industria das castanhas do Mato Grosso de forma a proteger o ecossistema regional e gerar rendas para os fazendeiros locais. O seu Instituto Ouro Verde explora a castanha, um alimento altamente versátil e rico, transforma-a em produtos derivados (óleos alimentares, manteigas, etc.) criando valor redistribuido pelos fazendeiros locais. Exemplar.
A entropia é a inversão do tempo, ou seja, esse aspecto do tempo pelo qual quanto mais se regride no tempo, mais "intenso" é o tempo. E quanto mais se progride mais "diluído" é o tempo. É o tempo em seu aspecto negativo: nós estamos acostumados a pensar no devir do cosmos como um progressivo vir-a-ser, mas, na verdade, trata-se de um regressivo deixar-de-ser sem aniquilar-se: acumula-se um "entulho de ser". Como mostram muito bem os físicos Bernhard e Karl Philbert, não só o espaço é função do tempo, mas o próprio tempo é função do tempo. Não podemos pensar num tempo uniforme e linear e separado das coisas, mas num tempo entrópico, que se degrada com o tempo, tendendo assintoticamente ao fim do próprio tempo; ou, como se poderia dizer satiricamente: "o tempo vai morrer com o tempo" (ou na visão joanina: "Não haverá mais tempo" Ap 10, 6).
Os investidores estão a despejar milhares de milhões de dólares em projectos de energias renováveis tais como parques eólicos, solares e de ondas do mar, assim como em biocombustíveis. Eles parecem estar confiantes em que a actual popularidade das energias renováveis torna tais investimentos seguros a longo prazo. Mas serão eles, tal como a bolha das dot.com, apenas uma tempestade num copo d'água?
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Na Europa, a produção dos parques eólicos é remunerada três vezes mais cara do que o custo da produção a partir de centrais convencionais e, na maior parte dos casos, os produtores não têm de pagar as linhas de transporte nem os custos das centrais térmicas de reserva que são necessárias quando não sopra o vento. Nos Estados Unidos, as isenções fiscais constituem dois terços do benefício obtido pelos proprietários dos parques eólicos. Os subsídios às células fotovoltaicas e a muitas outras energias renováveis são ainda mais elevados. Os subsídios e isenções fiscais aos biocombustíveis estão a persuadir os agricultores a comutarem dos alimentos para os biocombustíveis, contribuindo para a desflorestação e pressionando em alta os preços dos principais alimentos.
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Se se tornar aceite que as renováveis são caras e ineficazes ou, tal como com o imperador lendário, que “não tem calças” a teoria de que o CO 2 produzido pelo homem provoca um perigoso aquecimento global, tudo o que está associados aos projectos de energias renováveis pesadamente subsidiados, comércio de carbono, biocombustíveis, etc provavelmente sofrerá um crash estilo dot.com quando os investidores caírem fora.
A irritação dos investidores que perderam o dinheiro que foram aconselhados a investir nas renováveis subsidiadas será voltada contra aqueles que promoveram estes investimentos e fracassaram em darem os passos necessários para lhes assegurar que a ciência e a teoria económica tinham bases sólidas. Estas pessoas descobrirão que as suas carreiras, rendimentos e reputações profissionais estão em risco. Além disso, o colapso fará um enorme dano a toda a ciência.
"Dentro da dinâmica de desenvolvimento econômico do País, nas últimas décadas, o setor rural é subordinado ao urbano, cabendo-lhe financiar investimentos, com transferência de recursos do setor agrário ao industrial" – escreve a professora Anita Brumer, do departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul [4] .
Existem algumas histórias exemplares neste sentido. Uma delas é a da substituição, em vastas áreas do sul do país, do feijão – consumido no mercado interno – pela soja – cultura de exportação – praticamente imposta pela regime militar nos anos 70 para gerar saldos em dólar e financiar a indústria monopolista estrangeira, notadamente a automobilística.
Esta troca foi a causa da ruína de milhares de famílias camponesas, que passaram a depender das oscilações do mercado externo – além de dedicar-se a um cultivo que esgota o solo muito mais facilmente, terminando por expulsá-las do campo. Ainda hoje, é a esses meios que o setor bancário e o capital estrangeiro monopolista recorrem para gerar divisas em dólares que lhes permitam repatriar lucros.
A Comissão de Defesa Nacional da Câmara belga votou por unanimidade, a 7 de Março, a proibição da utilização de "munições inertes e placas de blindagem" de urânio empobrecido no território belga. Em 22 de Março a lei foi aprovada pelo Parlamento, com o voto unânime de todo o espectro político. Os deputados concordaram em que a fabricação, utilização, armazenagem, venda, aquisição, fornecimento e trânsito destes sistemas de armas convencionais deveria ser proibido. No último minuto a palavra "armas" foi apagada para garantir que a proposta de lei não abrangesse as bombas termonucleares estado-unidenses armazenadas na base da Força Aérea de Kleine Brogel. A Assembleia da República e o governo português, que está sempre a louvar as realizações europeias, têm aqui um excelente exemplo a seguir. A notícia está em Belgium Bans Uranium Weapons and Armour . A imprensa portuguesa que se diz "de referência" ignorou-a.
Mark Oberholzer explora o potencial das auto-estradas para as eólicas
How many speeding cars does it take to power a lightbulb? For Mark Oberholzer, a runner-up in the 2006 Metropolis Next Generation Design Competition, this might not be such an absurd question. His project proposed integrating turbines into the barriers between highway lanes that would harness the wind generated by passing cars to create energy. “Opposing streams of traffic create really incredible potential in terms of a guaranteed wind source,” Oberholzer says.
Uma célula fotovoltaica desenvolvida pela subsidiaria da Boeing, a Spectrolab, atinge uma impressionante eficiência de conversão energética de 40,7% ! segundo a Spectrolab esta descoberta conduzirá a sistemas fotovoltaicos com um custo de instalação de $3 por watt e produzir electricidade a um custo de $0,08 a $0,10 por kWatt/hora.
A tecnologia empregue nesta célula usa uma estrutura designada de multi-junção, múltiplas camadas ampliam a captura e absorção do espectro solar aumentado a eficiência na produção da electricidade.
"This solar cell performance is the highest efficiency level any photovoltaic device has ever achieved," said Dr. David Lillington, president of Spectrolab. "The terrestrial cell we have developed uses the same technology base as our space-based cells. So, once qualified, they can be manufactured in very high volumes with minimal impact to production flow."